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Variedades
Quinta - 02 de Janeiro de 2014 às 12:28

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 Todos já assistimos aquelas comédias americanas que se passam no ensino médio. Nelas, a hierarquia escolar e popularidade dos alunos não se baseiam em inteligência, humor ou educação, mas sim na beleza. Os atletas e as líderes de torcida são retratados como os queridinhos da turma, enquanto os chamados “nerds” são deixados de lado.


No entanto, pesquisadores na Universidade de Illinois fizeram estudos que revelam que a beleza, apesar de começar sua influência no ensino médio, pode ser um instrumento para melhor educação e, consequentemente, melhores salários na vida adulta.

No estudo, os pesquisadores também descobriram que as pessoas costumam a associar beleza acima da média com uma saúde mental melhor e sensação de pertencimento entre adolescentes, bem como ser mais sociável.

“Enquanto alguns podem considerar que a superficialidade hierárquica do ensino médio desconstrói-se com a idade, nós notamos que jovens considerados mais bonitos conseguem notas maiores e têm maiores chances de conseguir uma graduação, preparando o cenário futuro de maiores salários e vidas mais estáveis na fase adulta”, diz trecho da pesquisa.



A cor da pele, o gênero e o status econômico da família têm grandes influências na hora de se conseguir um emprego. Mas o estudo mostra que, além de todos estes fatores, ser mais belo que a média também ajuda.

“Economistas descobriram que as mulheres ganham 4% de bônus no salário quando são consideradas mais bonitas que a maioria, sendo que as consideradas feias perdem 4% do salário padrão”, explica outro trecho do artigo.

Para os homens, no entanto, a diferença é ainda mais gritante. Os considerados bonitos ganham 4% a mais e os feios perdem 13% do salário padrão. “Psicólogos sociais descobriram que as pessoas costumam associar a beleza com inteligência, personalidade e potencial para o sucesso maiores que o da maioria”.





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