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Política
Quarta - 10 de Agosto de 2011 às 20:00

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O lobista Júlio Fróes, que segundo a revista "Veja" distribui propina para funcionários do setor de licitações do Ministério da Agricultura, foi preso em 1992 e cumpriu três anos de detenção por tráfico de drogas, de acordo com o advogado Neuzemar Gomes de Moraes, que afirma ter feito a defesa de Fróes no caso.

Moraes afirmou que Júlio César Fróes Fialho, que era conhecido como César Fialho, foi preso pela Polícia Federal ao chegar no aeroporto de Fortaleza com um quilo de cocaína. Ele foi julgado e condenado. Segundo Moraes, cumpriu parte da pena no Ceará e parte em Minas. 

Na época, os jornais locais noticiaram que ele colaborou com a polícia e ajudou a desmanchar um esquema de tráfico entre Fortaleza e Brasília.

Reportagem publicada na edição desta semana da "Veja" afirma que Fróes, que diz representar o ministro da Agricultura, Wagner Rossi (PMDB), elabora editais da Agricultura e escolhe as empresas prestadoras de serviço. O lobista tem, desde o ano passado, sala no ministério e privilégios restritos ao ministro e a seus assessores mais próximos.

Rossi negou relação com o lobista. Fróes disse conhecê-lo, mas negou as acusações.

Durante entrevista em um restaurante em Brasília na quinta-feira, o lobista agrediu um jornalista da "Veja".

Segundo a revista, o entrevistado deu uma gravata e joelhadas na barriga e no rosto do repórter Rodrigo Rangel, o que levou o jornalista a perder um dente. A agressão foi comunicada à polícia. 






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