Ao presidente da comissão, a Polícia Federal descartou relações entre a morte do policial e o esquema do contraventor, segundo informou a assessoria da CPI.
O policial, que atuou na Operação Monte Carlo, foi morto com dois tiros na cabeça no começo de mês de julho, em Brasília. A Operação Monte Carlo resultou na prisão de Cachoeira, preso desde fevereiro na penitenciária da Pepuda, em Brasília.
O presidente da CPI havia solicitado que a Polícia Federal mantivesse a comissão informada sobre os rumos da investigação da morte do policial. Segundo a assessoria da CPI, a polícia informou que a suspeita é de latrocínio –(roubo seguido de morte).
O policial foi encontrado morto em 17 de julho, com tiros na cabeça, no Cemitério Campo da Esperança, em Brasília. Ele visitava o túmulo dos pais.
Macedo trabalhava na Polícia Federal desde 1987 e atualmente estava no núcleo de inteligência que investigou Cachoeira, preso em 29 de fevereiro deste ano.
Nesta terça-feira (14), a Polícia Federal localizou em Barreiras, na Bahia, o carro que estava com o agente Wilton Tapajós Macedo no dia em que ele foi assassinado no cemitério Campo da Esperança, em Brasília. Quatro pessoas estão presas suspeitas de envolvimento com o crime.
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