O ex-policial militar Célio Alves, condenado há 80 anos por homicídios e acusado de ser comparsa do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, foi transferido para da Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá, para o presídio federal de Campo Grande (MS). De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), a transferência ocorreu na quinta-feira (15) quando outro reeducando também foi para o estado vizinho junto com Célio.
Ele reúne longa condenação por vários crimes, entre eles, sequestro e assalto a bancos cometidos em diversos estados, além de Mato Grosso.
O embarque ocorreu no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, região metropolitana, em voo comercial.
A operação de deslocamento da PCE até o aeroporto foi amparada por forte esquema de segurança que contou com o apoio dos agentes penitenciários do Setor de Operações Especiais (SOE) e gerência de escolta da Sejudh, e também de policiais militares. Já o deslocamento aéreo foi escoltado por agentes penitenciários federais.
Célio Alves foi condenado por vários assassinatos, incluindo o do empresário Domingos Sávio Brandão de Lima Júnior, morto a tiros em frente ao jornal do qual era proprietário, em 2002. Célio Alves foi condenado, no dia 17 de junho de 2005, a 17 anos e seis meses de prisão por participar do assassinato do empresário.
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